03/08/2011

Homosexualismo

Estava lendo um post de uma colega blogueira com quem tenho muita afinidade a Dama de Cinzas e através de um link que ela disponibilizou eu li esta matéria cujo link copiei. Concordo em gênero, número e grau. Leiam: http://joserosafilho.wordpress.com/2008/11/04/dos-perigos-do-fundamentalismo-por-rubem-alves/
Mostra que não devemos julgar o próximo ainda mais quando a própria Bíblia nos aconselha a não fazer isso isso em várias parábolas como nesta do cisco e da trave que segue:
A Trave é Maior do que o Argueiro (6:41) Quando alguém diz que está “vendo” o argueiro no olho de outra pessoa tendo uma trave em seu próprio olho, alguma coisa está errada. Ver o argueiro no olho do outro significa perceber áreas deficientes, pecados e fraquezas a serem corrigidos. Mas, quando se tem uma trave no próprio olho, certamente a visão do problema alheio será distorcida. Por exemplo: os fariseus e as autoridades religiosas da época julgavam as pessoas em geral por seus pecados, estando eles próprios carregados de orgulho e avareza, e totalmente desprovidos de amor e compaixão. Jesus não queria dizer que o povo não tinha pecados a serem confessados, mas, sim, afirmar que a religião fria e às vezes até cruel daqueles homens, para Deus, se constituía numa falta mais grave do que o argueiro nos olhos do povo. Não julgue nem condene as pessoas que se encontram em possíveis situações de erro. Guarde o seu coração da crítica ou de palavras de acusação contra o seu semelhante.
Tira Primeiro a Trave do Teu Olho (6:42) Diante do que já foi exposto, segue o desafio: “Tira primeiro a trave do teu olho”. Trata primeiro do seu próprio pecado e de suas próprias debilidades, para depois, com compaixão, poder ver de fato e lidar com as dos outros. Por que faltava misericórdia da parte dos religiosos? Por que seus corações sempre estavam cheios de julgamento e condenação para com os outros? Na verdade, tudo isso se devia à falta de quebrantamento diante de Deus de seus próprios corações. Muitos nunca lidaram com os seus próprios erros e nunca choraram por seu estado de indiferença, até se virem necessitados do favor e da misericórdia divina. Eles eram cruéis para com os outros porque se achavam sem pecado e acima de qualquer suspeita. Antes de estar na condição de ajudar a outras pessoas, lide sincera e honestamente com os seus próprios pecados. Reconheça que o Senhor lhe concederá grande autoridade espiritual no final de cada processo interno, levando-o à posição de abençoar outras vidas.
A pessoa que nasce homosexual, nasceu assim, ninguém escolhe ser homosexual. Essas pessoas sofrem tanto por assumirem quem são. Quem escolheria sofrer? Eles nasceram assim por algum motivo o qual não alcançamos, por que somos imaturos, somos como crianças que não entendem o por que de inúmeras coisas e só vão entender quando amadurecerem. Não é costume dizer que não cai uma folha de um árvore sem que haja a permissão divina?
Outra máxima é a do Amar ao próximo com a ti mesmo. Se você amá-lo como a você mesmo você será tolerante, paciente, amável e terá consideração. Também está escrito que ao homem só é permitido dizer sim sim e não não. Ou seja, nós não temos maturidade nenhuma para opinar com relação a vida alheia. Quem somos nós? A maioria não sabe de onde veio, nem por que está aqui e muito menos pra onde vai quando morrer. Resumindo, viva e deixe viver! Deus deu uma vida pra cada um que é pra cada um cuidar da sua!

Um comentário:

  1. Muito bom seu texto! Desculpa a demora em vir aqui! E obrigada pela citação!

    Beijocas

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